Domingo, 8 de Julho de 2012


Permaneça ou não como ministro, a queda de Miguel Relvas é um facto consumado. E caiu de joelhos, vergado, como merece.

4 comentários:

António disse...

Aqui aplicar-se-ia na perfeição o famoso "porque no te callas?".

Este pulha não tem um pingo de vergonha se não já se tinha demitido.

Um abraço

António

Carlos Azevedo disse...

Aplicar-se-ia na perfeição, António, de preferência seguindo de um «põe-te mas é na alheta!».

É mesmo esse o problema: pulhas sempre houve, mas, pelo menos, tinham um pingo de vergonha; estes não.

Abraço
Carlos

Teresa disse...

Por isso não cairá. Não tem vergonha para...

Nem ninguém, com ditos e moral, para obrigá-lo.

Não cai não... pode sair e para melhor; recompensado imperialmente pelos serviços prestados - cheira-me que uma das condecorações do próximo Junho já estará reservada caso ele aceite sair - mas cair, não cai.

Ontem vi um bocadinho da comissão parlamentar - por cá não se prevê recordes de vendas para "50 shades of grey" porque temos sado que baste e em horário nobre ;) - e até fazia impressão o tom de coitadinho do dito e dos que o interpelavam... a voz de alguém verde soou esganiçada, a roçar o histérico, no meio de tanto tom de quinta-feira santa dentro da Sacristia. :(

O povo, esse, e sem liderança que justifique bater-se ao lado de quem, segue o mote e já antecipa o início do Campeonato Nacional...

Carlos Azevedo disse...

Sim, Teresa, infelizmente é como diz. Mas do nome escolhambado -- e bem -- na praça pública já não se livra. Claro que a vergonha será pouco ou nenhuma...